quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
FALTOU EXPLICAR...
SERÁ QUE VICIA?
TIRE SUAS DÚVIDAS...
A substância em destaque é 4-metil-imidazol, também conhecida como 4-MI. Presente no corante de caramelo IV, seu uso foi proibido até nos Estados Unidos. O limite máximo do uso do corante nos Estados Unidos é 10 vezes menor do que os utilizados no Brasil, tal medida obriga a empresa a adicionar no máximo 39 ml da substância que contém o 4-MI na bebida.
De acordo com o jornal britânico Daily Mail,ativistas na Inglaterra tentam fazer com que a medida também seja implantada no país. O Idec Brasil fez um levantamento que 267 cmg de MI-4 está presentem em 350 ml do produto. No Quênia, país que ficou em segundo lugar, a bebida apontou 177 cmg em 355 ml.
O Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest) em Washington realizou um teste das quantidades de latas vendidas no Canadá e em outros 4 países. Entre eles se encontram México, Grã-Bretanha e Brasil, mas ainda não se manifestou sobre o resultado.
Em nota, a empresa disse que a quantidade de MI-4 no Brasil é “altamente segura”, e segundo a nota do Idec está correspondendo aos padrões pré-estabelecidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A empresa ainda afirma que não pretende mudar sua composição e que qualquer alteração no caramelo IV mudaria a cor e o sabor da bebida. Complementa que, com o passar dos anos, alguns processos de fabricação foram alterados, porém sem alterar a “fórmula secreta”. Há hipóteses de que a Coca-Cola Brasil ande em busca de informações para convencer os consumidores de que os produtos produzidos pela marca são absolutamente seguros e que os mesmos estão dentro das normas da Anvisa. Em nota final: “A qualidade e a segurança de nossos produtos permanecerão sendo as mais altas possíveis”, afirma a empresa.
Fonte:
O DEBOCHE DA ODEBRECHT
Escândalo descoberto pela Lava Jato se expande pela América Latina
Brasília (DF) – Os desdobramentos da Operação Lava Jato ultrapassaram as fronteiras brasileiras e agora revelam ramificações por toda a América Latina, com influências até mesmo na campanha eleitoral do Equador, país que está há uma semana do seu pleito presidencial. Desde que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou que a empreiteira Odebrecht teria pago US$ 33,5 milhões em propinas a autoridades equatorianas, entre 2007 e 2016, governo e oposição do país trocam acusações. As informações são de reportagem desta terça-feira (14) da Folha de S. Paulo.
Analistas ouvidos pelo jornal opinaram que o período da denúncia, que atinge em cheio o mandato do atual presidente equatoriano, Rafael Correa, tem prejudicado o desempenho do candidato governista, Lenín Moreno, que tem 35% das intenções de votos para as eleições do próximo domingo (19). No Equador, é preciso ter pelo menos 40% dos votos e dez pontos de distância do segundo colocado para ser eleito no primeiro turno.
Já a oposição equatoriana pressiona para que as investigações sobre o caso Odebrecht sejam aceleradas. “A impressão é que, em outros países, as coisas estão indo mais rápido”, disse o parlamentar Fernando Bustamente, dissidente do partido de Rafael Correa, Alianza País.
“Na Colômbia, há investigação, interrupção de obras e funcionários presos. No Peru, três ex-presidentes foram convocados a depor. Já, aqui, Correa não permite que a Justiça atue. Este país precisa de um banho de verdade”, acrescentou um dos candidatos oposicionistas à Presidência, Guillermo Lasso.
O fato é que as operações ilegais da Odebrecht no Equador revelam que o esquema de corrupção investigado pela Lava Jato é muito maior do que se imaginava. É que avalia o deputado federal Vanderlei Macris (PSDB-SP). O parlamentar lembrou ainda que o governo do presidente Rafael Correa sempre foi aliado ideologicamente às gestões petistas, dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
“A amplitude da Operação Lava Jato é muito maior do que a gente imaginava, sem dúvidas”, destacou. “O PT tinha uma lógica de poder que era muito mais ampla que o Brasil. Ela se espraiava pela América Latina baseada em dois pilares importantes: o Lula como agente político e a Odebrecht como agente financeiro. O polo político e o polo financeiro foram aqueles que dominaram o processo no Brasil. Eles já imaginavam que tinham o controle do Brasil e trabalhavam também de maneira ampla em outros países, leia-se Venezuela, Equador, Cuba e assim por diante”, ressaltou.
Corrupção e censura
São grandes as similaridades entre Brasil e Equador. No país vizinho, a corrupção também é uma das maiores preocupações dos cidadãos. Segundo pesquisa do Instituto Cedatos, 18% dos equatorianos avaliaram a corrupção como o maior problema do país. O índice perde apenas para a crise e o desemprego, mencionados por 54% dos entrevistados.
Outro ponto em comum é a tentativa de cercear a imprensa. Assim como os petistas tentam desacreditar as denúncias noticiadas pela mídia sobre a Lava Jato à medida em que surgem, o governo do presidente equatoriano Rafael Correa reduziu a imprensa do país a veículos de divulgação das matérias de interesse de sua gestão.
“Tudo anda muito lento, e a imprensa tradicional, que foi destruída nos anos Correa, não pressiona. Tudo o que sai sobre o caso Odebrecht sai por meio de blogs e sites de jornalistas que saíram da grande imprensa. Correa não quer que se investigue nada antes da eleição”, revelou à Folha o jornalista Roberto Aguilar, do site político 4pelagatos.com, hoje um dos mais reconhecidos do país.
Irregularidades
Vale destacar que a oposição equatoriana também pede que a Justiça investigue como a Odebrecht, expulsa do país em 2008 por “irregularidades”, segundo o governo, conseguiu retornar ao Equador em 2010. A Procuradoria vai apurar se houve pagamento de propinas para que a empresa voltasse ao país.
Para Macris, os acontecimentos no Equador expõem as ramificações do esquema de corrupção da Petrobras no resto do continente.
“É claro que, estourando essa situação da Lava Jato aqui no Brasil, tudo isso está ficando exposto. E é bom que seja assim porque essa lógica de poder [perpetuada pelo PT] era perigosa para a sociedade brasileira e também para a de outros países, que tinham projetos como esse, frustrados, com parceiros do projeto político do Lula e da Odebrecht aqui no Brasil”, completou o deputado tucano.
Leia AQUI a íntegra da reportagem do jornal Folha de S. Paulo.
#LULANACADEIA
#TiremORegistroDoPT
Fonte: Rede45 @Rede45 no TWITTER
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
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“Direito sagrado de autodefesa”, por Rogério Marinho
*Rogério Marinho é deputado federal pelo PSDB-RN
Na prática, o estatuto de desarmamento votado em 2003, cara bandeira da esquerda, demonstrou ser um completo e irreversível fracasso. Desarmou o cidadão honesto e não conseguiu retirar armas de bandidos, pois, por definição, eles não cumprem leis.
A expectativa dos que defenderam desarmar a população era de que os crimes iriam diminuir. Aconteceu exatamente o inverso. O país, por inúmeros motivos, vive uma verdadeira explosão da criminalidade jamais vista. Chegamos, em 2014, à cifra lamentável de 60 mil assassinatos por ano. Em números absolutos, lideramos o macabro ranking mundial. Em termos percentuais, são, em média, 29,1 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes. Os números são do último Mapa da Violência (IPEA e FPSP), publicado ano passado.
Como contraponto, pode-se observar que nos EUA, um dos países mais armados do mundo, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes não chega a cinco. O Estatuto do desarmamento é uma falácia completa e jamais interferiu positivamente na Segurança Pública. O Brasil, neste período de vigência do Estatuto, alçou índices de violência assustadores e o ritmo do crescimento do crime nunca esteve tão intenso.
Nós, potiguares, sabemos muito bem como é conviver com o medo constante de assaltos, estupros, sequestros relâmpagos e de assassinatos. O levantamento citado mostra que o Nordeste foi a região em que a intensidade do crime fez-se mais presente entre 2004 e 2014. Todos os estados nordestinos tiveram, no período, aumentos de mais de 100% no número de homicídios. O Rio Grande do Norte experimentou crescimento de 308% na taxa de homicídios, chegando a 46,2 assassinatos em cada grupo de 100 mil habitantes.
As evidências demonstram que o Estatuto do Desarmamento restringiu dramaticamente a possibilidade de acesso às armas por parte dos cidadãos cumpridores da lei e, na melhor das hipóteses, não contribuiu para diminuir a criminalidade. Em outros termos, apenas limitou e usurpou o direito natural e sagrado do indivíduo se defender e proteger seus entes queridos.
Portanto, apoiamos o Projeto de Lei 3.722/12, de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça, que revoga o inapropriado Estatuto do Desarmamento. Em 2015, o projeto de Lei foi aprovado em comissão especial da Câmara dos Deputados e será apreciado no plenário da casa. Após a apreciação dos deputados, seguirá para o Senado da República.
Em 2005, 63% dos brasileiros votaram em referendo a favor do comércio de armas. De forma eloquente, a população não aceita a restrição do direito de autodefesa. Como representantes do povo, temos que trabalhar com energia para devolver em plenitude esse direito aos indivíduos.
Mas, não basta revogar o Estatuto, é preciso construir políticas consistentes de segurança para o país. Eis algumas providências urgentes: reformar todo sistema prisional, aumentar o rigor nas execuções penais, vigiar as imensas fronteiras nacionais, endurecer as leis, abaixar a maioridade penal, findar com a impunidade (somente 8% dos casos de assassinatos são solucionados) e não tolerar ou passar a mão na cabeça de bandidos.
Por fim, não se pode aceitar a tola visão de que arma mata, pois quem mata são as pessoas; armas podem inclusive ajudar a salvar vidas quando estão em mãos corretas.
*Do Portal do PSDB na Câmara
Fonte: Rede45
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Perícia da PF mostra que contrato do tríplex de Lula foi rasurado
Perícia feita pela Polícia Federal encontrou uma rasura no contrato do tríplex que supostamente pertenceria ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O fato confirma as informações reveladas pelo ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, durante seu depoimento no acordo de delação premiada firmado com as autoridades. Segundo ele, o imóvel foi um presente da empreiteira para o ex-presidente.
De acordo com reportagem da revista Veja, Pinheiro revelou que, em 2010, ficou sabendo pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto que Lula estava interessado no imóvel do Guarujá. Vaccari pediu então que Leo Pinheiro reservasse o tríplex do prédio para o ex-presidente. Segundo a delação do empreiteiro, não houve discussão sobre preços, prazos ou condições de financiamento, o que evidencia que não houve pagamento pelo tríplex.
O empreiteiro ainda reforçou que o apartamento seria abatido dos créditos que o PT tinha a receber por conta de propinas em obras da OAS na Petrobras.
A defesa de Lula insiste em afirmar que, em 2005, Lula assinou uma proposta para comprar qualquer unidade no edifício e não especificamente um tríplex. No entanto, o documento apreendido pela PF contradiz essa versão. Um dos campos rasurado indicava justamente o número da unidade adquirida. Depois da rasura, o número passou de “174 para 141”. A modificação altera a compra de um tríplex para uma unidade convencional.
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