ELEITORES BRASILEIROS DESDE 2002

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segunda-feira, 6 de março de 2017




Há um debate a ser enfrentado independentemente de preferências político-partidárias

Por Aécio Neves


Em 06/06/2017  às 02:00Hs


Há semanas, fiz um alerta para a atualidade de um antigo debate: o da verdade contra a mentira. Infelizmente, hoje, tudo se embaralha. E perde-se a noção de onde terminam os fatos e começam as versões que não guardam qualquer parentesco com a realidade.
Meu nome esteve em evidência nos últimos dias associado aos depoimentos de executivos da Odebrecht ao TSE.
As afirmações de Marcelo Odebrecht, de que as doações feitas à minha campanha em 2014 foram legais, foram ignoradas. Da declaração dele, de que eu teria solicitado apoio de R$ 15 milhões e que esse apoio não foi efetivado, foi divulgada apenas a primeira parte.
Em depoimento também ao TSE, o executivo Benedicto Júnior disse que eu teria solicitado apoio para candidatos de Minas. E que esse apoio teria sido feito via caixa dois. Ele não disse que eu teria feito pedido de caixa dois. Ainda assim, foi essa falsa versão que ganhou o noticiário.
Não se trata mais de vazamentos seletivos, mas de vazamentos fraudados.
Pelo sistema que vigorou até 2014, era responsabilidade dos partidos buscar recursos junto a empresas para financiar suas campanhas. Essa era a lei.
Qualquer solicitação de apoio que, como presidente do PSDB, eu possa eventualmente ter feito em favor de candidatos, terá sempre sido na forma legal. Não ofereci em troca benesses de um poder que eu nem sequer tinha.
Há meses, vazamentos condenáveis estão sendo usados para tentar igualar delações, muitas vezes apenas de ouvir falar, a comprovados esquemas bilionários de corrupção. Será justo que o "ouvi falar", a ausência de provas, justifiquem o mesmo tratamento de denúncias comprovadas? Será que ser equilibrado é tratar da mesma forma situações completamente diferentes?
Continuo defendendo firmemente o prosseguimento das investigações e reitero minha confiança de que as instituições irão apurar a verdade e separar joio de trigo.
O PSDB estará pronto para, sempre que necessário, responder às acusações de que é alvo, na certeza de que elas não irão prosperar após o severo exame da Justiça.
Mas cabe aqui a analogia do arqueiro: a flecha atirada não volta para o arco. No seu rastro, o que fica é a reputação comprometida e o questionamento da opinião pública.
Para todos que exercem a vida pública, dois juízos são igualmente importantes: o da Justiça e o da população. Ser absolvido no primeiro, após ter sido apressadamente condenado no segundo, não fará justiça. Esse é um debate que precisa ser enfrentado, independentemente de preferências político-partidárias ou mesmo pessoais.
O direito de defesa não pode ser reduzido à retórica inócua ou a um detalhe secundário em uma sociedade que se pretenda democrática.

 AÉCIO NEVES é senador pelo PSDB-MG. Foi candidato à Presidência em 2014 e governador de Minas entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. Escreve às segundas.

Fonte: FOLHA DE S.PAULO




UMA CHARGE LEGAL DEPOIS DO CARNAVAL...


Tá legal... a charge é engraçada... mas, denota o quê exatamente?
Ela nos mostra o comportamento dolente do brasileiro, que, de uma forma geral, é chegado à feriados e dias de descanso entremeando as semanas de trabalho.  

Se contarmos todos os feriados do Brasil, os nacionais, incluindo também os Estaduais, teremos uma quantidade absurda de dias parados, sem maior aproveitamento para a nação... devemos lembrar que o "enforcamento" é uma prática corriqueira por aqui...  em certos anos já tivemos quase, senão, 1 mês inteiro de dias inúteis ao crescimento do país.

É preciso que o Governo Federal tome uma medida urgente, aproximando as datas oficiais dos feriados dos finais de semana, evitando assim o desperdício de labor...

É a opinião do NOTAS BACANAS.



“Vamos pro mundo”








O Brasil está redescobrindo o mundo. As exportações do país estão voltando a ter força, ajudando a reanimar nossa economia. Há muito tempo o comércio exterior, solapado por anos de uma política externa canhestra e ideológica, não obtinha tamanha importância. É hora de ir além-fronteiras.

Nos primeiros dois meses do ano, o país registrou o maior superávit comercial da sua história para o período, informou ontem a Secex. As exportações superaram as importações em US$ 7,3 bilhões, com alta de 84% em um ano. O recorde anterior havia sido anotado em 2006, com US$ 5,6 bilhões.

No bimestre, as vendas ao exterior cresceram 20% – todas as categorias de produtos tiveram alta – e as aquisições, 9% – na terceira alta mensal consecutiva, após dois anos de quedas, em mais um sinal de reativação da economia local. Estima-se superávit comercial acima de US$ 47 bilhões neste ano, praticamente o mesmo patamar de 2016.

O comércio exterior brasileiro acompanha o vigor, entre outros, da nossa safra agrícola, mas surfa mesmo é na nova onda de expansão das commodities. Depois de descerem ao fundo do poço no ano passado, algumas das principais matérias-primas do mundo experimentam agora um novo rali de preços, com altas de fazer cair o queixo.

As cotações de minério de ferro estão 149% maiores em comparação com o primeiro bimestre de 2016 e as de petróleo, 108%, de acordo com a Associação de Comércio Exterior do Brasil. Junto com a soja, os dois itens tiveram suas exportações aumentadas acima de 100% nestes últimos 12 meses. Na média, os termos de troca (relação entre preços de exportações e importações) subiram 8,2% no período, registra o Valor Econômico.

É necessário, contudo, transformar o momentâneo em perene. Os produtos brasileiros estão voltando a buscar espaço no mercado global no mesmo momento em que despontam iniciativas protecionistas nalgumas das maiores economias, como é o caso dos Estados Unidos. Nesta semana, Donald Trump enunciou a política comercial de seu governo e ela não é nada favorável ao livre-comércio.

O presidente americano pretende resolver os assuntos comerciais dos EUA ao largo da Organização Mundial de Comércio. Deve também dar preferências a acordos bilaterais, em contraste com o histórico alinhamento do país ao multilateralismo, e barrar a seu bel-prazer a entrada de importações que julgar inconvenientes às pretensões econômicas norte-americanas.

O Brasil precisa apressar-se se não quiser ficar a ver navios. Ao mesmo tempo, necessita, urgentemente, voltar a cuidar da sua combalida infraestrutura – do que a deplorável situação de rodovias como a BR-163, no norte do país, é exemplo gritante e razão de perdas vultosas para nossos produtores agrícolas. Deve, de preferência, enfrentar o problema com um ousado programa de concessões e privatizações.

Diante das oportunidades que se abrem, nossa diplomacia, agora sob direção de Aloysio Nunes Ferreira, tem como desafios destravar as amarras do Mercosul, dinamizar o comércio regional, promover acordos com a União Europeia e a Aliança do Pacífico e, sobretudo, atar o Brasil às cadeias produtivas globais, das quais ficamos mais de uma década alijados por causa da aversão dos governos do PT a qualquer coisa que cheirasse a progresso. Não podemos ficar fora da nova onda de prosperidade mundial.

Fonte: Rede45

Após Dilma, indicadores econômicos apontam para fim da recessão em 2017




A longa recessão instalada no país em 2014, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, está próxima do fim. Como destaca matéria publicada pela Folha de S. Paulo neste domingo (5), fatores como o aumento nos preços das exportações, a alta na demanda por commodities, o crescimento na expectativa de recuperação da indústria e a baixa nos juros e na inflação apontam para uma retomada da economia a partir do primeiro trimestre de 2017.

Segundo a reportagem, a expectativa de recuperação da indústria atingiu em fevereiro seu maior nível desde maio de 2014. De maneira similar, os preços das exportações chegaram, em março, ao patamar mais elevado desde dezembro de 2014. Já o IPCA (índice oficial de preços) caiu para 5,35% no período de 12 meses finalizado em fevereiro, o menor valor desde setembro de 2012, ainda antes de a crise econômica atingir o Brasil.

Outra matéria, do Estado de S. Paulo, destaca que 2017 marca o melhor cenário para o crescimento das exportações do Brasil desde 2014. Tal cenário é causado pela alta no preço das principais commodities exportadas pelo país, como minério de ferro e soja.

Apesar das melhorias, economistas ouvidos pela Folha ainda apontam obstáculos à uma retomada mais intensa da economia. De acordo com ele, o desemprego, que segue crescendo no país e já atinge mais de 12 milhões de pessoas, e o alto endividamento das famílias e empresas são alguns dos principais entraves que ainda dificultam o crescimento econômico do Brasil – heranças da má gestão do PT no comando do país ao longo de 13 anos de governos.

Fonte: Rede45


“Respeito à verdade é a essência da democracia”


Brasília (DF) – Em resposta a algumas versões enganosas de delações de executivos da Odebrecht que têm circulado nos últimos dias, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, publicou um vídeo em sua página no Youtube com esclarecimentos, em “respeito à verdade” e aos eleitores do partido.

Aécio destacou que o depoimento prestado por Marcelo Odebrecht junto ao TSE é categórico ao afirmar que os recursos transferidos à campanha eleitoral do PSDB em 2014 foram feitos de forma oficial. “Essa é a afirmação literal do Sr. Marcelo Odebrecht, que por si só é motivo de reconhecimento da lisura da nossa campanha”, constatou.

Já sobre o depoimento do executivo Benedicto Júnior, Aécio salientou que, como dirigente partidário e candidato à Presidência, pediu doações à empresa de forma correta, legal e lícita. “Em nenhum momento, ao contrário do que tentaram disseminar ao longo do dia de hoje, o Sr. Benedicto afirma que eu solicitei recursos por Caixa 2 ou qualquer outro meio. Portanto, o respeito à verdade é a essência da democracia”, completou o senador.

Assista o vídeo:





DA SÉRIE "BELAS IMAGENS NA WEB"...

GO, DIVA! GO!!!






AS 10+ DO MUSICEVERyPOST
Dias de 20/02  à  05/03/2017


23 de mai de 2016
11








28 de jul de 2016
6








25 de ago de 2016
6








12 de ago de 2016
6








28 de jul de 2016
5








4








17 de fev de 2016
4








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