ELEITORES BRASILEIROS DESDE 2002

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017





PTista:
PRIMEIRO DE ABRIL
TUA CARA CAIU
E O BRASIL VIU...
















FEITO PUM NA MISSA:
PRESO.




segunda-feira, 30 de janeiro de 2017


VEJA OS RESULTADOS DO PLEITO EM QUE O POVO BRASILEIRO RECUSOU O PT E A ESQUERDA...


Brasil inicia saída de lista dos “5 frágeis”



Brasília (DF) – Com o início da retomada do crescimento econômico e ajuste das contas externas, o Brasil já está liberado de integrar o grupo dos “cinco frágeis” em relação ao câmbio. Criado em 2013 pelo banco Morgan Stanley, o termo engloba as economias mais vulneráveis ao aumento das taxas de juros nos Estados Unidos e ao fortalecimento do dólar por causa de seus grandes déficits em conta corrente e de seu nível de inflação para o consumidor relativamente alto. Apesar de o país ainda ser lembrado como um dos membros do grupo em relatórios de bancos estrangeiros, economistas que atuam na Europa consideram a colocação injusta.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira (30), fazem parte da lista o real brasileiro, a lira turca, o rand sul-africano, a rúpia indiana e a rúpia indonésia. O termo voltou a surgir com a disparada do dólar desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou a ser avaliado como uma possibilidade real na Casa Branca.
O chefe de pesquisa macroeconômica para América Latina da consultoria Oxford Economics, em Londres, Marcos Casarin, avaliou ao jornal que, dado o novo cenário político mundial, já seria hora de alguma substituição, como a saída da Índia e do Brasil e a entrada do México, cujo peso vem sentindo os efeitos da nova administração americana.
O analista lembra que os cinco países foram considerados frágeis porque tinham problemas em seus balanços de pagamento. “A necessidade de financiamento externo era maior do que o Investimento Direto no País (IDP) e esses países precisavam ir a mercado buscar dólares”, explicou.
Balança comercial
De acordo com a reportagem, em 2016, o déficit da conta corrente brasileira fechou em US$ 23,5 bilhões, ou 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Um ano antes, a relação era de 3,3%. A principal contribuição para a redução do rombo veio da balança comercial.
A diretora de Pesquisas Econômicas do Haitong Bank em Lisboa, Sandra Utsumi, ressalta que o Brasil sofreu menos com a volatilidade recente em relação a outras moedas porque foi visto uma retomada dos preços das commodities. “Com isso, houve melhora da performance dos países que são exportadores de matérias-primas metálicas”, afirmou.
Os profissionais também citaram que outro ponto favorável ao Brasil foi a mudança de percepção política, a aprovação de temas pelo Congresso que vão melhorar os fundamentos do país, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que impõe um teto para o crescimento dos gastos.
Clique aqui para ler a íntegra da matéria do Estadão.

Fonte: Rede45  @Rede45 no TWITTER

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Em 27/01/2017

PT explora a crise penitenciária”, editorial de hoje do jornal O Estado de S. Paulo




Em mais de 13 anos no poder, o PT relegou a questão penitenciária a segundo plano, como demonstra o fato de que, nesse período, apenas R$ 687 milhões, 14% da dotação de cerca de R$ 5 bilhões destinados ao Fundo Penitenciário (Funpen), foram efetivamente aplicados. Para os lulopetistas, a questão dos presídios sempre foi um grande incômodo, porque não viam apelo eleitoral na questão. Revela, portanto, enorme hipocrisia a atitude do grupo de sete petistas integrantes do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) do Ministério da Justiça – todos nomeados por Dilma Rousseff – que se demitiram coletivamente com a alegação de que o atual governo tem atentado contra a “independência” do órgão e também por discordarem do Plano Nacional de Segurança lançado no início do mês, em caráter de emergência, para enfrentar a crise deflagrada com a sucessão de rebeliões em presídios que atingiram até agora oito Estados.

De resto, a iniciativa dos petistas demonstra sem disfarces o aparelhamento a que o Estado brasileiro foi submetido por Lula e companhia para sustentar as políticas partidárias do PT e aliados. Os conselheiros demissionários tinham com certeza, no governo anterior, total “independência” para manter em prudente segundo plano a já então grave questão penitenciária no País.

Um dos demissionários, Gabriel Sampaio, ocupava um lugar no Conselho como recompensa pelos bons serviços que prestara ao PT como assessor do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e seu auxiliar na defesa de Dilma no processo de impeachment. Aos jornalistas, Sampaio explicou: “Saímos porque o ministro de Estado interditou o debate. Ciente de que o Conselho tinha uma maioria crítica ao Plano de Segurança, à MP que desvia recursos do Funpen para a Segurança Pública e ao decreto de indulto aos presos (publicado em dezembro), optou por alterar a composição do colegiado”.

Leia AQUI a íntegra da editorial do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte Rede45 @Rede45 no TWITTER


Tucanos rebatem discurso de Lindbergh: ‘PT não tem legitimidade para falar de reforma agrária e miséria




Brasília (DF) – Um ato político organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) nesta quarta-feira (25), em Fortaleza, foi o palco escolhido por parlamentares petistas, representantes de movimentos sociais e centrais sindicais para um evento supostamente em defesa da reforma agrária, dos direitos sociais e da democracia. Diante de lideranças como o dirigente nacional do MST, João Pedro Stédile, os senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e José Pimentel (PT-CE), o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fez um inflamado discurso, atribuindo ao MST “autoridade moral para ajudar a organizar a resistência” e conclamando a militância a se unir contra um governo que “vai trazer miséria”.

“É preciso unir a esquerda. Estamos vivendo a segunda ofensiva do neoliberalismo, mas ela não vai se sustentar por muito tempo, pois vai trazer miséria. É ilusão achar que vamos promover uma reforma pelo Senado. É preciso encher as ruas”, afirmou o petista. As informações são de reportagem publicada nesta quinta-feira (26) pelo portal da Agência Brasil.

Os deputados federais Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) e Nilson Pinto (PSDB-PA) rebateram prontamente as declarações de Lindbergh. Para os tucanos, após 13 anos de governo petista e todas as heranças negativas deixadas na economia, na política e na área social, o PT não tem autoridade ou legitimidade para dizer que outro governo trará ‘miséria’ aos brasileiros.

“O curioso é que o PT teve 13 anos à frente do governo federal e não fez a reforma agrária. O curioso é que o PT ficou à frente do país durante todo esse tempo e não fez o que esse discurso propaga: não tirou o Brasil da miséria. Fez o contrário: deixou para trás uma crise econômica de enormes proporções, milhões de desempregados e escândalos de corrupção. É, de fato, algo de se estranhar”, ressaltou Cunha Lima.

O deputado Nilson Pinto ironizou a presença em peso de líderes petistas em um evento em defesa da reforma agrária, sendo que, durante os anos em que os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff ocuparam o Palácio do Planalto, pouco foi feito no setor.

“A população brasileira precisa ter clareza de algo que é absolutamente cristalino. O Brasil é um país enorme, com mais de oito milhões e 500 mil quilômetros quadrados. No seu território cabem todos os países europeus juntos. Você olha para a Europa e pega um país como a Alemanha, com um território mínimo e uma população de 80 milhões de habitantes. Lá não tem sem-terra. Você olha para a França, com uma densidade demográfica muito grande, muita gente em um território pequeno, e lá não tem sem-terra. Se olhar para os países europeus todos, não tem sem-terra. E no Brasil, que é um país gigantesco, com uma população relativamente pequena para o tamanho do território, você encontra esse fenômeno chamado sem-terra”, explicou.

“A existência dos sem-terra no Brasil é uma demonstração inequívoca da incompetência do governo do PT, que em 13 anos, com tanta terra disponível, não conseguiu assentar essa população. Pelo contrário, utilizou a população dita sem-terra para formar milícias rurais, para defender um projeto de poder espúrio que felizmente foi derrotado. O PT não tem legitimidade nenhuma para tratar da questão agrária, porque em 13 anos de incompetência, não conseguiu resolver um simples problema, incomparavelmente menor do que o de qualquer país europeu, por exemplo, onde essas coisas já estão resolvidas há muito tempo”, destacou o tucano.

Desrespeito e ignorância

O parlamentar também criticou o trecho da fala de Lindbergh em que o petista diz que é uma ilusão acreditar que reformas podem ser feitas no Senado, tentando incitar a militância a “encher as ruas”.

“O discurso do senador, dizendo que a questão agrária se resolve nas ruas, nas cidades, é crime hediondo, é pura desfaçatez. O problema de reforma agrária se resolve com assentamentos, se resolve no campo, com competência, com política de reforma agrária correta, direcionada para resolver o problema, e não para transformar os sem-terra em militantes da causa petista. O PT não tem legitimidade. O discurso do senador é um discurso que tenta escamotear a incompetência petista, e não deve ser levado à sério, tamanha a sua desfaçatez”, constatou Pinto.

Nilson Pinto ainda classificou a declaração não só como exemplo de desrespeito às instituições, mas, acima de tudo, de ignorância.

“É tentar enganar a população. No Brasil, não há espaço para um problema de sem-terra, a não ser que ele seja patrocinado pelo governo federal como foi pelo PT. O espaço legítimo para se resolver, tanto a reforma agrária como a questão da economia, é na legislação, pelo Congresso Nacional e pelas políticas do governo federal. Dizer isso é enganar a população. Não é apenas desrespeito ao Senado, ao Congresso, é desrespeito à inteligência da população brasileira”, completou o deputado.

Leia AQUI a íntegra da reportagem da Agência Brasil.

Fonte: Rede45 @Rede45 no TWITTER