ELEITORES BRASILEIROS DESDE 2002

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017


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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017


A VELHA MERDA PTista DE SEMPRE...
Em 23/01/2017


“O velho PT de sempre”, análise do ITV


O PT reuniu suas principais lideranças no fim da semana passada para ditar ordens a seus comandados. Numa pantomima que só tem paralelos nas práticas de regimes totalitários (de esquerda e de direita) do século passado, o partido que produziu a maior crise da história brasileira age como se não tivesse nada a ver com isso. Tenta reescrever a história com as tintas turvas da mentira.

Um texto divulgado após o evento como “nota de conjuntura” revela o PT de sempre: irresponsável, panfletário e, sobretudo, totalmente descompromissado em relação ao futuro do país. Serve, contudo, como espécie de bula que ventríloquos do petismo passarão a reprisar, sem sequer corar, pelos quatro cantos do país.

O documento petista chega às raias da irresponsabilidade ao sustentar que “o país encontra-se às portas de um Estado de exceção”. Em franco ataque à Constituição brasileira, prega a mobilização de seus sequazes a fim de obter a “convocação de eleições diretas para presidente, visando pôr fim ao atual governo ilegítimo e golpista de Temer”.

Não há uma linha no documento que remeta a discussões prementes para repor o país nos trilhos do crescimento, do desenvolvimento sustentável e das conquistas sociais. Tudo no panfleto do PT são palavras de ordem vazias, diatribes, slogans. De mérito, nada; de construtivo, nem uma vírgula.

Os petistas recorrem a linguagens de guerra para açular sua militância – cada vez menos numerosa, diga-se de passagem – a boicotar o atual governo, travar a necessária agenda de reformas estruturais e, pasmem, promover a volta do falido modelo de governança que produziu a pior recessão da história brasileira, arregimentou o maior exército de desempregados de que se tem notícia por aqui e protagonizou o maior escândalo de corrupção do planeta. Não é pouco.

Cereja do bolo, os petistas desfraldam bandeiras em favor de um hipotético retorno de Luiz Inácio Lula da Silva às disputas eleitorais. Na realidade, seria ótimo se o ex-presidente – hoje réu em cinco processos por crimes como corrupção, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa – concorresse em 2018. Provavelmente levaria a mesma surra que os eleitores brasileiros já dedicaram a candidatos petistas na disputa municipal do ano passado.

O PT tornou-se um espectro de somenos importância no mapa político-partidário brasileiro. Ainda assim, teria importância e poderia merecer alguma consideração se se dedicasse a integrar a união de que os brasileiros necessitam para sairmos do atoleiro em que fomos lançados pelo governo de Dilma Rousseff. Mas o partido prefere agir como sempre agiu: contra o Brasil.

Fonte: Rede45 @Rede45 no TWITTER

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017



TODO PTista GOSTA DE DAR RISADA ALTO, DEBOCHANDO DE SEUS ADVERSÁRIOS. MAS A IMAGEM ABAIXO MOSTRA O QUE TODOS OS NÃO-PTistas ESTÃO CANSADOS DE SABER...

RIA AGORA, MILITONTO...




terça-feira, 24 de janeiro de 2017

NOTÍCIA DE 18/01/2017

VAMOS TORCER PRA QUE VINGUE.

O NOTAS BACANAS É ADEPTO DESTA IDÉIA! 

Ricardo Ferraço: Aprovação da jornada flexível vai gerar empregos mais rapidamente




O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) torce pela aprovação em breve no Senado do projeto de Lei de sua autoria que institui a jornada flexível de trabalho no Brasil. Para ele, essa é a chance de ampliar a oferta de empregos com mais rapidez e ajudar a reduzir o elevado número de desempregados no país, superior a 12 milhões. “É um projeto gerador de empregos”, sublinhou.

O PLS 218/2016 está pronto para ser votado em caráter terminativo pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em duas sessões, seguindo depois para a Câmara dos Deputados. A proposta insere na CLT novo tipo de relação trabalhista, formalizado pelo “contrato de trabalho intermitente”. Nesse modelo, a contratação será por hora trabalhada e jornada móvel.

Adotado com sucesso em diversos países e ajustado às demandas do mercado atual, o trabalho intermitente dispensa o cumprimento do horário comercial e permite escaladas variáveis conforme o dia da semana. O projeto não tira direitos trabalhistas e ainda favorece, sobretudo, jovens estudantes, principal grupo dentre os desempregados. O PLS 218/2016 é apoiado pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Martins Filho.

*Da Assessoria de Imprensa do senador

Fonte: Rede45  @Rede45 no TWITTER

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

terça-feira, 17 de janeiro de 2017




“Alívio imediato”, análise do ITV







A pancada que o Copom deu nos juros na semana passada abre uma avenida para que o país reencontre o caminho do crescimento econômico. Taxas menores, mais próximas do patamar prevalecente no resto do mundo, podem funcionar como alívio imediato até que as reformas comecem a decolar.


A redução, de 0,75 ponto percentual, foi a maior desde abril de 2012 e levou o juro básico a 13% ao ano. O Copom, porém, escancarou a porta para novos cortes, provavelmente de igual ou maior magnitude, nas reuniões futuras – a próxima acontece em 22 de fevereiro. Prometeu, segundo informou na nota divulgada após a reunião, “intensificação da flexibilização monetária em curso”, até porque a recessão segue mais brava que o esperado.

Foi a terceira redução seguida da Selic, após quatro anos sem baixas. Os cortes só se tornaram possíveis porque a inflação, que ameaçou sair de controle em razão da leniência do governo petista, arrefeceu, ao mesmo tempo em que a economia esfriou acima do previsto. Além disso, a perspectiva da retomada da disciplina fiscal também tirou das costas do Banco Central o peso de tentar segurar sozinho os preços.

A derrocada do PT abriu espaço para que o controle da inflação se tornasse mais bem sucedido. Também ficamos sabendo na semana passada que o índice oficial fechou 2016 em 6,3%, dentro do limite de tolerância estipulado pelo regime de metas, e uma façanha quando se considera que um ano antes o IPCA havia atingido 10,7%. Já se trabalha com a hipótese de inflação na meta neste ano.

O efeito analgésico e anabolizante dos juros mais baixos na economia se faz sentir com maior intensidade nas contas públicas e nos investimentos privados – estes, porém, num efeito mais lento e moderado.

Taxas menores significam menos dispêndios do governo com a rolagem da sua dívida – estima-se economia anual de pelo menos R$ 16 bilhões só com o corte da semana passada. Também funcionam como indutor para que o dinheiro privado circule, gerando mais negócios, emprego e renda, e não permaneça parado, engordando em bancos.

O corte dos juros chega em boa hora, principalmente porque o atual ciclo de redução não repete o vício do voluntarismo que marcou o período de quedas mais recente, no início do governo Dilma Rousseff. Diante da terra arrasada legada pelo PT, é uma das medidas com potencial para reativar a economia e estancar a recessão. Outros meios de se atingir tal objetivo são as concessões e privatizações, além de uma agenda na microeconomia que o atual governo já começou a adotar, como a liberação de contas inativas do FGTS.

Agora, a depender da condução da agenda reformista, há claras chances de a baixa ser duradoura. Quem sabe o Brasil finalmente deixe de ser uma jabuticaba em matéria de política monetária – ainda temos, de longe, o maior juro real do mundo, em torno de 8% ao ano – e o alívio se torne permanente.

Fonte: Rede45   @Rede45

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017