ELEITORES BRASILEIROS DESDE 2002

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

terça-feira, 27 de dezembro de 2016


DICA BACANA DE LIVRO:

SEMENTES DE HAWTHORN
Autora: CHRISTINA BILLETER
  • Número de páginas: 488 páginas
  • Editora: Christina Billeter (20 de dezembro de 2013)
  • Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
  • Idioma: Português
“Dentro da carroça, Helen sonhava com um pouco de privacidade e Martha com um banquete. Phillip Tilak era um pouco mais ousado, continuava a desejar a plenitude da paz. Os outros homens idealizavam apenas algumas doses de uísque, ou uma caneca de cerveja. Loreena não sonhava, nem conseguia engolir a decepção. Mas ela estava convencida de que tudo tinha um preço, e já havia mostrado que estava disposta a sacrificar o que quer que fosse para proteger a família dos perigos e horrores da guerra. Loreena ainda não sabia que a bela paisagem que os circundava ocultava um inimigo particular, o que havia lhe tirando o direito de sonhar.”

Para tentar apagar da memória as tritezas decorrentes dos últimos acontecimentos, a família Hill decidiu seguir o conselho de um amigo: deixar a Europa e passar algum tempo numa pacata cidade do nordeste americano. Após a atravessar o Atlântico, eles se hospedaram em um hotel em Nova Orleans. A intenção da família era retomar a viagem dentro de alguns dias, tão logo pudessem embarcar num vapor que os levasse ao destino final – o Maine. A despeito do plano, o acaso assumiu o controle da vida da família Hill, após a deflagração da Guerra Civil Americana.
Traumatizados, eles se dirigiram para o horizonte desconhecido e desabitado, numa luta cotidiana contra a fome, a exaustão, a decepção e o medo; submetendo-se aos rigores da natureza e valendo-se apenas do que lhes restou: um fio de esperança e um instinto animal de sobrevivência. 


VAI DE E-BOOK?
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016





O BLOG NOTAS BACANAS, SAINDO DE CENA ESTE ANO, NESTA DATA, DESEJA À TODOS VOCÊS, INTERNAUTAS, QUE NOS PRESTIGIARAM COM SUAS VISITAS DURANTE 2016, UM MUITO MUITO MUITO...















ATÉ O ANO QUE VEM!
TCHAU!

#LULANACADEIA




AS 10+ DO MUSICEVERYPOST
Semana de 12 à 18/12/2016


21 de mar de 2016
14








12








11








8








28 de jul de 2016
7








7








18 de jul de 2016
6








6 de jun de 2016
6








15 de jul de 2016
6








23 de mai de 2016
6

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016



LEIA, ENTENDA E PARE DE RECLAMAR...


“Um teto contra a tempestade”, análise do Instituto Teotônio Vilela



O governo conseguiu aprovar ontem, em caráter definitivo, a primeira medida estruturante da gestão Michel Temer. A imposição de um teto para os gastos públicos é iniciativa básica para recompor um orçamento e um país esfarrapados depois de anos de irresponsabilidade com o dinheiro do contribuinte, como ficou marcada a passagem do PT pelo poder.


Os que gritam e agitam bandeiras condenando o teto são os mesmos que aplaudiam enquanto o Brasil era destruído por Lula e depois por Dilma Rousseff. Os mesmos que cruzaram os braços enquanto a maior crise da nossa história era urdida passo a passo pelas administrações petistas. Quando tiveram oportunidade de orientar as políticas do país, produziram o caos. O que têm a nos oferecer de bom agora?

Limitar a despesa do governo deixou de ser um ato de vontade e passou a ser um imperativo da realidade. Para que fique claro o por que: desde 2008, as despesas federais aumentaram 51% acima da inflação, enquanto o crescimento da receita foi apenas uma fração disso (14%). Ou seja, gastou-se (muito) o que não tinha: durante os anos de governo petista, a expansão nas despesas foi de quase cinco pontos do PIB. Serão necessários dez anos de contenção doravante para retroceder o patamar dos gastos públicos ao nível de 2002.

Mais: durante pelo menos cinco anos, entre 2014 e 2018, o orçamento federal vai fechar com déficits. Do que já é visível e palpável, serão R$ 440 bilhões de rombos acumulados. Com isso, a dívida pública já cresceu 20 pontos do PIB nos últimos três anos, e transformou o Brasil num pária no mundo das finanças globais. Será que os que são contra o teto têm alguma ideia de como estancar esta sangria, além de mirabolâncias como moratórias, auditorias e outras fantasias típicas das palavras de ordem do século passado?

Esta espiral da irresponsabilidade vai encontrar um freio a partir de agora.

Durante 20 anos, com possibilidade de revisão das regras a partir de 2026, as despesas globais do governo federal só poderão aumentar o equivalente à inflação do ano anterior. Dentro dos limites do orçamento, vale tudo: se o dinheiro de uma área crescer mais, o de outras tem que aumentar menos ou cair. Simples assim. Mas os que se revoltam contra a aritmética se recusam a aceitar o óbvio – ou talvez prefiram a volta da inflação ou uma escalada dos impostos para tapar os buracos que eles mesmos criaram…

É lorota, de má-fé, mas que até a ONU comprou, a alegação de que a imposição do teto “congela” gastos sociais. No caso da saúde, durante a tramitação da proposta de emenda constitucional no Congresso as despesas foram aumentadas em R$ 10 bilhões no ano que vem, antecipando patamar que, pelas regras atuais em vigor, só seria atingido em 2020.

Já a educação alcançará em 2017 a dotação equivalente de receita (18%) que só seria obtida também no fim da década. Vale dizer que menos de 20% dos investimentos públicos em educação serão afetados, pois são os da alçada federal. Em ambos os casos, da saúde e da educação, o valor de despesas fixado a partir de 2018 (e não 2017) é piso e não teto, ou seja, não poderá jamais ser reduzido.

Mesmo com todos estes aspectos positivos, o teto será suficiente para fazer o Brasil voltar a crescer? Claro que não. Mas sem esta trava não haveria o que fazer, o país se tornaria ingovernável, a recessão se prolongaria, o desemprego aumentaria, a crise social simplesmente explodiria. Ou seja, sem o mínimo de disciplina fiscal que o teto somente inaugura, o Brasil não teria saída alguma.

O teto apenas estabelecerá o contorno dos gastos. Agora espera-se que as prioridades orçamentárias passem a ser definidas de modo equilibrado, responsável e transparente. Cabe à sociedade cobrar e fiscalizar. Da parte do governo, urge fazer reformas que coíbam a expansão desmesurada das despesas, como é o caso da Previdência, não reincidir em reajustes salariais a servidores e promover iniciativas que ajudem a reavivar as receitas, como os ajustes pró-crescimento da economia.

Fonte: Rede45



http://www.psdb.org.br/infografico-pec-do-teto-dos-gastos/






















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ESTE É O RETRATO DA NOVA BURGUESIA BRASILEIRA, INSTALADA APÓS E DURANTE 13 LONGOS ANOS DE DESMANDOS E DESGOVERNO ANARQUISTA DO PT (PARTIDO DOS TRABALHADORES) QUE, IRÔNICAMENTE, SEMPRE FOI O MAIOR ALGOZ DOS HOJE, POBRE BURGUESES DO BRASIL QUE SEMPRE AMARAM NOSSA PÁTRIA-MÃE...