sexta-feira, 21 de outubro de 2016
terça-feira, 18 de outubro de 2016
“Ministério do crime”, análise do ITV
É tamanha a avalanche de notícias envolvendo gente dos governos petistas em acusações e falcatruas que fica até difícil acompanhar. A corrupção tornou-se o maior emblema das gestões Dilma e Lula. Como o exemplo veio de cima, os comandados sentiram-se à vontade para delinquir. A razia foi ampla, geral e irrestrita.
Reportagem exemplar publicada neste fim de semana por O Estado de S. Paulo deu contornos mais nítidos ao envolvimento dos altos escalões petistas com a roubalheira e as irregularidades. Nada menos que 18 ex-ministros dos últimos quatro governos brasileiros estão enrolados com a Justiça por práticas ilícitas enquanto exerciam seus cargos.
Lula tem oito ex-ministros envolvidos em casos de corrupção e desvio de dinheiro público e Dilma, 14. Destes, quatro serviram a ambos os ex-presidentes. No grupo há um condenado (José Dirceu), dois réus (Paulo Bernardo e Alfredo Nascimento) e 15 investigados pelo Supremo Tribunal Federal e por outras instâncias da Justiça.
Tanto Dilma Rousseff quanto Luiz Inácio Lula da Silva tiveram um de cada dez de seus ministros investigados em maracutaias que envolvem pelo menos R$ 1,25 bilhão, segundo o levantamento feito pelo jornal. É possível que o número cresça com o avanço das investigações em curso nas operações do Ministério Público e da Polícia Federal. Três ministros mantêm-se no governo Michel Temer.
Trata-se de crimes de movimentação de dinheiro público de maneira ilegal, uso irregular de recursos que deveriam servir à população e recebimento de propinas por empresas privadas beneficiadas por decisões oficiais. Tal constatação deixa claríssimos quais os desígnios das gestões protagonizadas pelo PT: o povo, certamente, é que não era o principal beneficiário.
A corrupção perpassou o mais alto escalão da República e não se restringiu à arraia-miúda dos ministros. As principais pastas de governo estiveram no centro do mensalão e, mais intensamente ainda, do petrolão. Em especial, os ministérios da Casa Civil e da Fazenda tornaram-se antros de grossa malversação de recursos públicos.
O exemplo veio de cima. Lula já é réu em três investigações, nas quais é acusado de participação em organização criminosa (empréstimos irregulares à Odebrecht no exterior), lavagem de dinheiro e corrupção passiva (tríplex do Guarujá e sítio de Atibaia) e obstrução de Justiça (tentativa de impedir que Nestor Cerveró revelasse detalhes do petrolão). Dilma é alvo de inquérito por tentar barrar a Lava Jato e é também investigada por irregularidades nas suas duas campanhas presidenciais.
O PT deixou de herança aos brasileiros um país destroçado, em recessão e mergulhado no desemprego. Mas o pior legado das gestões de Dilma e Lula foi, certamente, a leniência com o malfeito, a livre propagação da corrupção e o amplíssimo desrespeito pelo interesse público. Esta chaga ainda demorará muito tempo para ser superada.
Fonte: Rede45
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
“O começo das reformas”, análise do Instituto Teotônio Vilela
CO-Escrito em 11/10/2016O país tem uma intensa agenda de desafios a superar pela frente, a fim de que possamos começar a deixar para trás a herança de destruição que o PT legou aos brasileiros. Será uma longa travessia, mas é preciso enfrentá-la, já. O novo tempo das reformas está apenas iniciando.
Nesta semana foi a voto na Câmara a proposta de emenda constitucional que disciplina as despesas do governo, que simplesmente deixaram de exibir qualquer traço de razoabilidade nos últimos anos, durante o governo PTista, sob o irresponsável patrocínio da ex-presidente e de seu partido.
Houve uma ampla convergência das forças políticas realmente comprometidas com a recuperação do país, como já ficou claro na tramitação inicial do texto na semana passada, e a proposta foi aprovada. Em plenário, a partir de agora, este apoio deve sempre se repetir.
A agenda de reformas do país vai muito mais além e já deu alguns passos. Um deles foi a aprovação do projeto de lei de autoria do hoje chanceler José Serra que livrou a Petrobras da obrigação de ser a operadora única das reservas de pré-sal, com participação mínima de 30%. A esdrúxula exigência, fruto do modelo regulatório inventado pelo PT, caiu na semana passada.
A mudança terá o condão de desinterditar o setor e restaurar a autonomia da Petrobras. A estatal volta a poder decidir se irá ou não participar de negócios, como qualquer outra empresa que busque lucro e eficiência – ou seja, que tente produzir melhor e gerar mais benefícios para a sociedade.
Desde que a legislação foi alterada pelo PT, em 2010, a Petrobras viveu sua pior fase, com dívida de quase US$ 400 bilhões, perdeu dois terços de seu valor de mercado e ficou sem o selo de boa pagadora. No rastro da crise da empresa, o setor de petróleo fechou 500 mil postos de trabalho no país.
A aprovação da medida gerou reflexos imediatos. Segundo o Instituto Brasileiro do Petróleo, com as regras agora revistas US$ 100 bilhões em novos investimentos deverão ser atraídos para o país a partir de 2018. As ações da Petrobras reagiram de imediato e alcançaram seu maior valor de mercado desde novembro de 2014.
A própria empresa, sob a nova direção de Pedro Parente, já havia começado a agir para superar a crise. O plano de saneamento inclui a redução do endividamento e a venda de ativos a um ritmo de pelo menos US$ 15 bilhões nos próximos dois anos. A estatal deixará setores em que se meteu sem nenhuma eficácia: biocombustíveis, distribuição de gás de cozinha, produção de fertilizantes e petroquímica.
Com as decisões da semana passada, o Congresso começou a enterrar um longo período no qual o discurso petista de defesa do povo, no qual a gastança e a Petrobras cumpriram papel de destaque, serviu para esconder quadrilhas organizadas, patrocinar decisões ruinosas e atrasar o país. Chegou a hora de realmente defender os brasileiros.
A mudança começou.
Fonte: Rede45
"A VIDA É MUDANÇA!"
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