ELEITORES BRASILEIROS DESDE 2002

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

NOTÍCIAS TUCANAS:

"Mais atenção aos jovens negros brasileiros"



Costumamos dizer que os jovens são o futuro do País. Mas se queremos realmente chegar lá, precisamos aqui e agora investir neles, pois é no presente que temos a oportunidade de fazer florescer todo o seu potencial de transformação, todo a sua criatividade e dinamismo, rumo a uma concepção de mundo mais igualitária.

Neste momento em que acabamos de realizar as Olimpíadas no Brasil, temos a grata satisfação de constatar que – por meio do esporte – muitos negros conseguiram romper a barreira da invisibilidade, da falta de perspectiva e do preconceito. Mas os Pelés, os Joões do Pulo, as Daianes dos Santos e as Rafaelas Silva – só para citar alguns brasileiros – ainda são poucos. Temos capacidade para muito mais. Não podemos nos contentar com o êxito de alguns poucos negros, que infelizmente ainda representam uma exceção, uma “cota” em nosso país. Não podemos nos resignar à naturalização da desigualdade.

Atualmente, o mundo registra a maior população de jovens de toda a história,1,8 bilhão de pessoas. No Brasil, são mais de 50 milhões de jovens que carregam dentro de si o poder das mudanças para a construção de um País melhor. Por isso, temos a grande responsabilidade, neste momento, de oferecer aos nossos jovens instrumentos que os capacitem a exercer todas as suas habilidades e competências, desviando-os dos caminhos da miséria, do analfabetismo, da violência, das drogas e da morte prematura, e assegurando-lhes caminhos seguros de crescimento, formação e ascensão social e profissional.

Com essa perspectiva de futuro em nossas mãos, não é aceitável que na história recente do nosso país cerca de 30 mil jovens sejam assassinados por ano e, destes, 77% sejam negros; não é aceitável que cerca de 20% dos jovens não estudem nem trabalhem e, destes, 63% sejam negros e/ou mulheres. Esses índices expõem a dura desigualdade que ainda experimentamos em todos os aspectos da vida social. Temos mecanismos para mudar isso, seja pela educação, pela formação profissional, seja pelo esporte.

Nesse contexto, que as vitórias dos nossos atletas negros sirvam de exemplo para a juventude preta, pobre, da periferia e para toda a juventude brasileira, mas que seu sucesso não sirva para esconder a infinita desigualdade que ainda precisamos superar.

* Luislinda Valois , desembargadora, secretária Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Ministério da Justiça e Cidadania

Fonte: ESTADÃO (24/08/2016)

terça-feira, 23 de agosto de 2016

“Pelo Brasil, por Princípio”, análise do ITV








O governo do presidente em exercício e as forças políticas que lhe dão suporte têm um objetivo comum: reerguer o Brasil da destruição de que foi vítima ao longo dos últimos anos nas mãos do PT. A convergência em torno deste propósito maior é fundamental para a superação das muitas dificuldades pela frente. Sem ela, ganha o adversário.

Alguns princípios devem nortear a caminhada, que, obviamente, se anuncia árdua. A responsabilidade fiscal é talvez o maior deles, como o PSDB e seus parlamentares têm insistido ao Executivo e ao demais membros do Congresso Nacional. Vale agora o que valia quando Tancredo Neves, ao se preparar para inaugurar a Nova República, proclamou: “É proibido gastar”. Infelizmente, só uma década depois, com a criação do Plano Real e da Lei de Responsabilidade Fiscal, as contas públicas passariam a ser tratadas com a devida seriedade e a economia encontraria um rumo consistente.
A peleja que agora se apresenta é de natureza parecida à de um passado que deveria ter sido superado: repor o país no veio do qual as quatro últimas gestões o desvirtuaram. É preciso perseverar no básico: conter as despesas, administrar com severidade as receitas angariadas com tributos e, desta maneira, recuperar a capacidade do Estado de prover os serviços para a população.
Neste sentido, a disposição para enfrentar interesses arraigados, corporações barulhentas e grupos contrariados deve ser redobrada, assim como o zelo pela coisa pública e pelas contas do país. Para isso, é preciso um governo que tenha não só a cara, mas a alma do PSDB, como definiu o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves. É preciso fazer as escolhas que não são fáceis, mas são necessárias, em respeito aos cerca de 12 milhões de desempregados deixados pelo PT, como tem defendido o Instituto Teotônio Vilela e seu presidente, senador José Aníbal O governo em exercício – e que dentro de mais alguns dias se tornará definitivo – dispõe de musculatura política para tanto. Tem, ademais, apoio na sociedade para ressuscitar o país. Tem, portanto, a força necessária para empreender.
O que interessa a todos é levar adiante uma agenda de reformas que reconecte o país ao mundo, que reimprima dinamismo à economia e restaure a regra de ouro da administração pública: um governo só pode gastar aquilo que arrecada.
Em seus 100 primeiros dias, a gestão Temer primou por uma atitude mais equilibrada, bem mais transparente do que a da presidente que o precedeu. Enfrentou, contudo, mais resistências do que poderia antever. Foi levado a ceder, recuar, atender demandas que, nesta quadra difícil da vida nacional, não se mostravam justificáveis.
Em maio passado, às vésperas do afastamento de Dilma Rousseff da presidência da República, o PSDB apresentou ao país uma carta de princípios e valores que norteariam seu apoio ao novo governo. Eles continuam válidos, agora mais ainda do que antes, seja na restauração da moralidade no trato do interesse público, seja na ousadia para modernizar o país.
Uma frase daquele documento sintetiza estas convicções: “É imperativo que o novo governo proponha, em regime de urgência, uma agenda de reformas estruturais que criem condições para que o Brasil volte a ser um país competitivo, com melhores condições de gerar emprego, renda e bem-estar para as pessoas, e com equilíbrio nas contas públicas”.
Para o Brasil começar a recuperação dos anos de descalabro petista e a retomada da confiança na economia, é preciso firmeza e convicção para aprovar, sem novos recuos e ainda em 2016, o teto para os gastos públicos e uma reforma que de fato torne a Previdência Social sustentável, sejam quais forem os interesses a serem contrariados. Só assim haverá novo ciclo de crescimento nos próximos anos, e é isso o que, afinal, realmente importa.

Fonte: Rede45

AS 10+ DO MUSICEVERYPOST
Semana de 16 à 22/08/2016

4 de jul de 2016
14








16 de ago de 2016
14








13








9








8








8








7








17 de ago de 2016
7








16 de fev de 2016
7








7









segunda-feira, 15 de agosto de 2016





AS 10++ DO MUSICEVERYPOST
Um balanço do blog em seus primeiros 6 meses de existência:


26 de fev de 2016
234








218








16 de fev de 2016
172








133








29 de jun de 2016
116








12 de fev de 2016
113








4 de abr de 2016
102








102








13 de jun de 2016
86








83